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Madrasta safadinha

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Me chamo Caio, tenho 30 anos, sou filho único do meu pai que tem o dobro da minha idade. Letícia também tem 30 anos, estudamos juntos no colégio, há uns dois anos ela havia se tornado minha madrasta. Papai sempre teve uma postura dominadora, um homem bem sucedido em sua carreira, separou da minha mãe quando eu era novinha De lá para cá já passaram muitas mulheres pela vida dele, só mulheres gostosas, de sua idade, mais novas, ele adora uma putinha mais nova que ele. Como possui uma vida financeira estabilizada consegue oferecer a essas mulheres muito conforto, presentes e viagens e foi em um destes passeios que Letícia cruzou seu caminho.

Conto erótico Minha madrasta Safada

Minha madrasta é bem safadinha, passa boa parte do tempo na academia, tem um corpo escultural e a maioria dos amigos do meu pai sentem inveja dele, tenho certeza. Ela tem estatura mediana, cabelos negros cacheados, uma boca carnuda e uma bunda gigante. Ah, como eu sou louco naquela bunda, daria tudo para enfiar minha língua no cuzinho dela. Eu vivo na internet vendo Fotos de Bundas.

Nossa casa tem piscina e ela sempre se banha de topless, eu fico no meu quarto só batendo punheta, imaginando meu gozo escorrendo naquelas tetas enormes.

Outro dia ela bateu no meu quarto e me chamou para lanchar na área gourmet da nossa casa, ali eu senti que a cachorrinha do meu pai queria algo mais quente comigo.

Chegando lá ela vestia um micro biquíni, a sua pele estava completamente bronzeada fazendo com que minha imaginação viajasse. Coloquei uma bermuda de praia para não demonstrar minha excitação, afinal, imagine se meu pai chega na hora e me vê daquele jeito?!

Ela colocou um pagodinho, soltou os cabelos e começou a me atiçar. O papo foi esquentando até que ela me pediu para passar o óleo bronzeador em seu corpo. De início eu relutei, mas depois não teve outro jeito, tive que atender seu pedido. Letícia começou a me contar sobre suas fantasias sexuais, disse que meu pai já não tinha o mesmo desempenho sexual, mas que ela não queria o fazer de corno descaradamente, me disse que gostaria de algo no sigilo que pudesse trazer ousadia para sua vida, que já não aguentava mais se masturbar e que não via a hora de dar uma mamada gostosa no pau de alguém. Ali eu pude perceber que o pau que ela queria era o meu, não havia mais ninguém na casa, impossível que ela pudesse estar mencionando outra pessoa. Enquanto ela socava o limão no copo com cachaça eu perguntei a ela se ela gostaria de uma trepadinha comigo, que ficaríamos no sigilo para não aborrecer o meu pai, ela sorriu e me perguntou se poderíamos fazer um teste drive ali na piscina e eu como estava latejando de tesão obviamente respondi que sim.

Desamarrando o biquíni

 Jamais poderia imaginar que a minha colega de classe fosse tão abusada, apesar de sermos jovens ela sempre demonstrou muito cuidado com o meu pai, em alguns momentos inclusive eu ouvia ela gemendo enquanto eles fodiam, meu quarto fica ao lado do deles. De repente o celular dela tocou, era uma chamada de vídeo do meu pai, ele perguntou se ela estava sozinha e pediu para que fizesse um striptease para ele naquele momento. Seria demais para mim assistir aquela cena, mas como eu já estava de pau duro não sairia dali por nada. Eu estava corneando meu próprio pai, um misto de culpa e de coragem faziam meu sangue ficar quente, não queria que ele soubesse que eu estava assistindo minha madrasta se masturbando, sabendo que após isso nós iríamos trepar ali mesmo.

Ela por sua vez tinha uma voz deliciosamente tentadora, parecia uma voz daquelas moças que atendiam o telefone no disque sexo nos anos 90 e faziam os caras gozar do outro lado da linha. Ela mudou a música, aumentou o volume e começou a se exibir no vídeo. Meu pai pediu para que ela tirasse os peitos para fora e ela obedeceu. Aqueles peitos eram lindos, enormes, a marquinha do biquíni era tentadora. Ela balançava e esfregava os biquinhos durinhos enquanto perguntava ao meu pai se ele queria chupar aquelas tetas tentadoras. Depois disso ele pediu para que ela tirasse a calcinha, ela mais uma vez atendeu. Nunca vi uma buceta tão bonita, era perfeita, nem parecia de verdade. Ela não era depilada por completo, afinal meu pai era de uma época onde as mulheres deixavam aqueles bigodinhos desenhados na portinha da felicidade. Ela rebolava tanto que eu não resisti e tirei meu pau para fora da bermuda. Era tanto tesão em ver a minha madrasta se masturbando para ele enquanto me seduzia que a única coisa que eu queria era enfiar meu pau todinho nela. Em meio aquela dança que mais parecia um convite, Letícia pegou o celular, o colocou no chão, começou a dançar de cócoras em cima dele, meu pai gemia tanto do outro lado do telefone que eu fui ficando sem graça. Ver aquela pervertida fazendo aqueles movimentos e enfiando o dedo na buceta me fazia querer cair de boca. Que cena linda, que mulher mais vagabunda, eu só queria meter gostoso na esposa do meu pai. De repente ela virou de costas, ainda fazendo o mesmo movimento e começou a enfiar o dedo no cu, aquela bunda gigante, marcadinha de sol, estava me deixando alucinado. Eu só queria que o meu pai gozasse e desligasse o telefone. A mulher era dele, mas a leitada que ela iria receber seria a minha.

O bumbum guloso da minha madrasta

 Eu já podia imaginar que meu pai ao ver aquele cu arreganhadinho na tela enquanto ela enfiava o dedo, não demoraria para gozar, e foi justamente isso que aconteceu, em menos de cinco minutos de exibição daquele cuzinho lindo meu pai gemeu mais alto e gozou. Ela recolocou o celular em cima da mesa, disse que o amava e o esperava para o jantar, que a saudade dele já invadia o seu dia sem graça.

Como ela era safada, enganando o meu pai enquanto queria fuder com o filho dele. Prontamente ela me perguntou se eu queria um showzinho particular, na condição que eu me tornasse o enteado comedor, que tínhamos muito para aproveitar sem que o meu pai soubesse, que morria de tesão por mim desde o ensino médio e queria ser a minha cadelinha.

Eu sentei naquela cadeira de praia que ficava a borda da piscina, enquanto ela esfregava aquele grelinho todo na cabeça do meu pau. Que piranha gostosa o meu pai tinha, como eu o invejava por poder trepar com uma mulher dessa diariamente. Talvez a sorte agora fosse minha, tendo em vista seu pouco apetite sexual devido a idade, sabendo que quem finalizaria os seus serviços agora seria eu.

Ela começou sentando no meu pau enquanto eu chupava os seus peitos, ela me chamava de enteadinho dotado e sentava com força. Ela me pediu para deitar na cadeira, que queria esfregar aquele bucetão na minha cara e que esperava ansiosa por uma lambidinha no cuzinho. Que buceta gostosa, que delícia de cu. Eu só queria que aquela mulher fosse minha, nada mais me importava naquele momento. Ela era tão safada que me pediu para fuder com força aquele rabo, primeiro eu enfiei os meus dedos, depois e os passei na boquinha dela. O meu pau realmente era grande e grosso, eu era super dotado e fiquei com uma vontade de deixar aquele cu arrombadinho para o meu pai fuder mais tarde. Eu só ia estocando aquele bumbum guloso, agora ela me chamava pelo nome do meu coroa e assim eu gozei. Letícia não quis se limpar por completo, disse que queria ficar com o rabinho cheio de leite para sentar no pau do seu marido mais tarde.

A minha madrasta é a puta mais tentadora que eu já comi na vida e eu me tornei o enteado que come a esposa do meu pai.

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